CONSTELAÇÕES FAMILIARES

Aqui desejo compartilhar textos, comentários e vivências, conhecimentos, descobertas, dúvidas e sugestões sobre o universo das CONSTELAÇÕES FAMILIARES. E, também, meu trabalho, meus conhecimentos e sentimentos sobre o desenvolvimento humano.

PROGRAMAÇÃO Constelações Familiares em Atibaia - 2012

quinta-feira, 31 de março de 2011

Escolha a melhor data para você participar de uma

Constelação Familiar.

Os encontros são independentes e únicos,

o que não impede que você possa participar de vários.

dia 19 de maio - sábado

Horário: 09 hs às 18 hs

Investimento: R$ 150,00

Local:

Rua Francisco Lourenço Cintra, 213 - Jdim Itaperi - Atibaia

Insformações e inscrições:

Luciana - cel 11 9693.8478 / email lucianaofelix@hotmail.com

Silvana silvana.taufic@terra.com.br

As Constelações Familiares em sua vida diária

sexta-feira, 11 de março de 2011

O poder dos sistemas familiares

 

Ao vir ao mundo no seio de uma família, não herdamos somente um patrimônio genético, mas sistemas de crença e esquemas de comportamento. Nossa família é um campo de energia no interior do qual nós evoluímos. Cada um, desde seu nascimento, ocupa aqui um lugar único. Do mesmo modo que os aviões aguardando em cima de um aeroporto atra vancado - cada um à velocidade e altitude que lhes são próprias (momentos que parecem intermináveis para os passageiros) -, nós somos, também, mantidos em nosso campo familiar pessoal e individual num nível determinado, que entrava ou faz crescer a nossa disposição para ser feliz, escolher livremente, ter êxito naquilo que empreendemos, para fazer durar os relacionamentos agradáveis, a saúde, o bem-estar e também as doenças. Acontece que experimentamos o sentimento de termos sido mantidos nos esquemas problemáticos desde tempos imemoriais. As constelações familiares nos dão a oportunidade de compreender os esquemas em seu nível mais pro fundo. Elas permitem que nos libertemos, ao mesmo tempo que encontramos a paz e a felicidade.

 

A natureza do nosso campo de energia familiar é determinada pela história da nossa família, principal mente sua religião e suas crenças, em outras palavras, sua consciência. Nosso país de origem, a religião em meio à qual nascemos, também desempenham um papel. Essa natureza é moldada por acontecimentos marcantes, como a história dos relacionamentos dos pais e dos avós, morte de uma criança muito nova, aborto, parto prematuro, adoção, suicídio, guerra, exílio forçado, troca de religião, incesto, antepassado agressor ou vítima, traição, ou mesmo a confiança. As ações generosas e altruístas de nossos pais e de nossos antepassados são saudáveis para nós, enquanto suas más ações modificam o campo energético familiar, obrigando as gerações posteriores a pagar o preço. Entre as más ações estão: adquirir bens de forma duvidosa, trapacear ou roubar, pertencer a uma corporação cuja função envolva matar (como o exército, por exemplo), as diferentes formas de violência, a internação psiquiátrica ou a prisão de membros da família, os acidentes que terminam em morte, renegar sua religião ou seu país.

 

O comportamento dos nossos antepassados em relação às mulheres ou aos homens afeta nossa aptidão para criar bons relacionamentos. A ausência de respeito e da gratidão a que nossos antepassados têm direito também altera o campo de energia. O provérbio bíblico “até a terceira e quarta geração” confirma-se nas constelações familiares. Pode até ser que a influência decorra daí. Imersos no campo energético familiar, ignoramos sua influência que permanece fora da nossa consciência. Estamos presos a comportamentos e atitudes que nos derrotam e incitam a cometer atos que não compreendemos e dos quais acabamos por nos arrepender.

 

As constelações familiares nos ensinam que a nossa família é a nossa sina. Entretanto, não estamos irremediavelmente presos a essa sina e podemos alcançar a cura. Ao compreender os mecanismos desse processo, ficamos na posse do poder de controlar o nosso comportamento a fim de evitar sofrimento para as gerações futuras.

 

As Constelações Familiares em sua vida diária

Joy Manné

Ed Cultrix

Níveis de participação numa Constelação Familiar

domingo, 19 de outubro de 2008

 

 

Existem três níveis de participação no trabalho de Constelação Familiar.

É importante ressaltar que em qualquer um dos níveis de participação, o trabalho apresenta uma força curadora, de acordo com  o que a pessoa precisa para o momento.

Pode-se participar do trabalho como:

1. observador - o  fato de  estar presente e observar o trabalho que está sendo desenvolvido no decorrer do Workshop pode desencadear no observador um processo de cura.

2. representante - ser escolhido como representante de uma determinada situação, leva à vivências internas que podem ter a ver com o sistema da pessoa que foi escolhida para representar, desencadeando um processo de cura (nada acontece por acaso).

3. protagonista da constelação – o protagonista é quem faz a proposta de um tema (pessoal/familiar), por exemplo, a sua relação com os seus pais ou de casal, situações de perda, sintomas, entre outras.

A vivência proposta gera um movimento interno da parte dos representantes que desvenda e traz à Luz uma dinâmica às vezes desconhecida desencadeando (junto do cliente) um processo de cura.

Costumamos dizer que "o protagonista empresta sua estória para que todo o grupo se trabalhe."

As Constelações Familiares são uma ponte para a realidade da Vida que não tem nenhuma linguagem apropriada para os profundos movimentos da Alma e que transcendem a nossa capacidade de entendimento.

É um trabalho que integra o corpo e a alma a partir das

ORDENS OCULTAS DO AMOR.

Segundo Bert Hellinger (Pai das Constelações Familiares) o Amor precisa de condições para se manifestar na profundidade da alma.

As Constelações Familiares mostram-nos como estamos todos ligados, d’uma forma misteriosa e são uma oportunidade para constatar as teorias espirituais milenares que dizem que "somos todos um só ser", assim como as mais recentes teorias científicas sobre a unidade de toda a matéria que existe no Universo.

Uma oportunidade para observar como as teorias espirituais e científicas caminham cada vez mais em sentidos convergentes.

O que é uma Constelação Familiar

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Fazer uma Constelação Familiar significa, de um modo simples, encontrar soluções para problemas específicos que você está vivendo, ou mesmo, buscar a origem de uma doença de algum membro da família. Desde questões emocionais a acontecimentos trágicos no seio familiar, as Constelações revelam e buscam soluções práticas e simples, trazendo à tona aquilo que é essencial no momento e que muitas vezes foi esquecido ou renegado.

Não temos como falar de constelação familiar sem falar da visão sistêmica. Nascemos dentro de um sistema familiar, que existe há muitos anos e onde não sabemos direito o seu histórico por completo. Foram gerações atrás de gerações, com muitas histórias, acontecimentos, e situações felizes e trágicas.

Quando trabalhamos com constelação familiar, trabalhamos com uma rede interativa, com a alma familiar. Todos têm uma família e o que acontece na constelação, pode ter uma relação com o meu momento de vida, pode ter um ensinamento para minha estória.

Segundo Hellinger, não temos uma alma, somos parte de uma alma.

A Constelação é uma ferramenta muito poderosa e transformadora. Ela só deve acontecer quando existe uma necessidade e nunca para suprir uma curiosidade. Quando a alma da pessoa pede a constelação, ela é muito mais rica. Se a mente pede a constelação, ela pode ser muito pouco aproveitada. A Alma familiar tem saúde e tem recursos para encontrar a cura.

COMO FUNCIONA

1- O cliente apresenta o tema que pretende trabalhar que lhe esteja a causar qualquer tipo de sofrimento (pode ser uma doença, comportamentos ou sentimentos doentios, tendências suicidas, medos inexplicáveis, a vida bloqueada ou estagnada, sintomas inexplicáveis, ou outro)

2- Seleciona, de entre os participantes no workshop, pessoas para representar membros da sua família segundo as indicações do facilitador.

3 - Coloca essas pessoas, umas em relação às outras, de acordo com a imagem interior que aflora naquele momento da relação entre os membros da sua família ali representados.

4 - Começa então o trabalho do facilitador da constelação familiar. Através da observação dos olhares dos representantes, das posturas do corpo e das direções para onde estão virados, as dinâmicas ocultas começam lentamente a vir à superfície.

Quando as dinâmicas apontam para um bloqueio no fluxo do Amor, o facilitador pede aos representantes para dizerem determinadas frases-chave ou para se movimentarem para determinada direção com vista a restabelecer a harmonia e a criar um movimento de cura trazendo/desbloqueando e restabelecendo o fluxo do Amor para o sistema.

Uma vez restabelecida a ordem na família e estando a energia do amor de novo a fluir, o cliente não tem de fazer nada. Não tem de contar nada à sua família sobre o que se passou. Fica simplesmente a observar o impacto do movimento gerado, não só no problema que apresentou, mas também nas pessoas mais diretamente ligadas às dinâmicas familiares experienciadas.

Pessoas que participam pela primeira vez num workshop de Constelações Familiares, ficam normalmente espantadas como outras pessoas (que estão a fazer de representantes de membros da família do cliente que apresenta o seu problema) conseguem sentir as emoções e os sentimentos de pessoas que nunca viram na vida.

Qualquer coisa é melhor do que a verdade

domingo, 12 de outubro de 2008

 

A experiência nos ensina que temos apenas uma única arma duradoura na luta contra as doenças mentais: a descoberta e a aceitação da história, única e específica, de nossa infância. É possível nos libertarmos totalmente das ilusões? Toda e qualquer vida é cheia de ilusões, talvez porque a verdade nos pareça insuportável. Mesmo assim a verdade nos é tão essencial, que o preço de sua perda é adoecer gravemente. Dessa forma, procuramos descobrir, por meio de um longo processo, nossa verdade pessoal, aquela que, antes de nos brindar com um novo nível de liberdade, dói continuamente - a menos que nos contente com um reconhecimento intelectual. O que nos faz permanecer na esfera da ilusão.

Não podemos mudar em nada nosso passado, não podemos desfazer os males que nos foram imputados na infância. Mas podemos nos mudar, “concertar”, reconquistar nossa integridade perdida. Isso é possível à medida que decidimos observar mais de perto o conhecimento sobre o passado arquivado em nosso corpo, e colocá-lo mais perto de nossa consciência. Certamente, é um caminho desconfortável, mas é o único que nos oferece a possibilidade de, finalmente, deixar a invisível (e ao mesmo tempo cruel) prisão da infância, nos transformamos de vítimas inconscientes do passado em pessoas responsáveis, que são cientes de sua história, com isso, capazes de conviver com ela.

A maior parte das pessoas faz exatamente o contrário. Não quer saber nada de sua história e, dessa forma, não sabe que, no fundo, é continuamente determinada por essa história, pois vive situações não-resolvidas, reprimidas na infância. Não sabe o que teme e evita perigos que um dia foram reais, mas que hoje não existem mais. Essas pessoas são impulsionadas por lembranças e necessidades inconscientes que, freqüentemente, determinam de maneira perversa quase tudo o que fazem ou falhem no seu fazer - enquanto permanecemos inconscientes e não-resolvidos.

A repressão aos maus tratos sofridos no passado leva algumas pessoas, por exemplo, a destruiu a própria vida e a vida de outros, incendiar casa de estrangeiros, promover vinganças, tudo em nome de um "patriotismo", a fim de ocultar a verdade de si mesmas e sentimentos de desespero da criança torturada. Outras reproduzem ativamente o sofrimento a que foram submetidas, em clubes de flageladores, em cultos e sacrifícios de todos os tipos, no mundo sado-massoquista, chamando a tudo de libertação. As mulheres furam seus mamilos para pendurar brincos, posam para jornais e contam, orgulhosas, que não sentiram dor e que se divertiram com isso. Não há do que duvidar nessas afirmações, pois essas mulheres tiveram de aprender muito cedo a perder a sensibilidade. E o que não fariam hoje em dia para não sentir a dor da garotinha que sofreu abuso sexual pelo próprio pai, e precisou imaginar que o atentado fora prazeroso? Uma mulher que sofreu abuso sexual quando criança, que negou a realidade de sua infância, está constantemente fugindo dos acontecimentos passados - com a ajuda de amantes, álcool, drogas ou ações excepcionais. Ela precisa estar continuamente “ligada”, a fim de não sucumbir ao “tédio”, não pode se permitir um segundo de tranqüilidade, quando seria possível sentir a ardente solidão da realidade de sua infância, pois teme esse sentimento mais do que a sua morte - a menos que tivesse a sorte de aprender que o reavivamento e a consciência dos sentimentos da infância não matam, libertam. O que não raro mata é reprimir os sentimentos, cuja experimentação consciente poderia nos revelar a verdade.

 

A repressão dos sofrimentos da infância determina não só a vida do individuo como também os tabus da sociedade. Conhecidas biografias ilustram isso de maneira muito clara. Ao ler as biografias de artistas famosos, por exemplo, notamos que suas vidas começam em algum ponto da puberdade. Antes disso, o artista tece uma infância “feliz” ou “sem preocupações”, ou ainda, “cheia de privações” ou “muito estimulante”, mas o modo como a infância de cada um transcorreu parece ser de absoluto desinteresse. Como se na infância não estivessem escondida as raízes da vida toda. Gostaria de ilustrar o fato com um exemplo simples.

 

Em suas memórias, Henry Moore escreveu que, quando menino, podia massagear as costas de sua mãe com óleo para reumatismo. Ao encontrar essa passagem no livro, subitamente, fiz uma leitura muito pessoal das obras de Moore: mulheres grandes, reclinadas, de cabeças pequenas - nelas vi a mãe pelos olhos do garoto, cuja perspectiva diminuía a cabeça e percebia como imensas as costas próximas. Isso pode ser irrelevante para os críticos de arte. Mas, para mim, é um indício de quão fortemente as experiências de uma criança podem se conservar no inconsciente, e que possibilidades de expressão podem despertar quando o adulto está livre para admiti-las.
Nesse caso, a lembrança de Moore não era nociva e pôde sobreviver intacta. Mas todas as experiências traumáticas da infância permanecem no escuro. Nesse escuro ficam também escondidas as chaves para a compreensão da vida posterior.

 

O DRAMA DA CRIANÇA BEM DOTADA

Alice Miller

Summus Editorial, 1994, p. 15 a 17

MEU PERCURSO NAS CONSTELAÇÕES FAMILIARES

terça-feira, 7 de outubro de 2008

 Tive oportunidade de conhecer o trabalho de Constelações Familiares de Hellinger em Janeiro de 2005, quando participei de um Workshop oferecido pelo Instituto de Gestalt de São Paulo, sob a coordenação de Guillermo Leone. No decorrer dos três dias da jornada, fui me identificando com tudo o que se apresentava e tive a forte sensação de ter encontrado o caminho que há muito tempo buscava, com o objetivo de trabalhar com as questões que se apresentavam e, para as quais, não conseguia oferecer ajuda com os recursos de que dispunha…

A imagem que me vem é de uma grande colcha de retalhos, onde cada pedaço, cada retalho, mesmo que nem sempre combinado, está cheio de histórias e lembranças, mas que no conjunto acabam formando um todo harmônico. Como uma rede de pedaços perdidos no tempo, a colcha se forma, unida por pontos comuns que a tornam uma unidade forte e significativa.

A vida vai sendo construída aos poucos, sendo unida por tantos pedaços ou experiências. Fica mais rica, quanto maior for a diversidade de texturas, cores e tecidos. A vida se mostra cheia de histórias, nuances, desenhos e combinações surpreendentes.

Quando recebemos um cliente no consultório, acolhemos com ele toda a sua história, todos os registros internos das vivências que teve desde seu nascimento até o dia de hoje. Partilhamos de suas escolhas, suas dúvidas, raivas, angústias, medos e prisões.

Com o passar do tempo, dos encontros e desencontros vamos conseguindo desenvolver uma boa forma. Porém em alguns momentos nos deparamos com questões tão profundas e ao mesmo tempo tão simples, que clamam repetidamente por uma saída, sem que encontremos um caminho que nos ofereça novas escolhas.

É neste ponto de ”paralisação” que incluo em minha prática profissional a dinâmica das Constelações Familiares. E posso dizer com toda tranquilidade e segurança, que,  conseguimos caminhar na vida com maior fluidez diante das desobstruções conquistas pela prática do trabalho.

BERT HELLINGER

 

Criador do método de Constelações Familiares, foi um missionário católico e viveu na áfrica há muito tempo. E uma de suas tarefas era alfabetizar as pessoas da tribo zulu. Aparentemente este contato não foi sem conseqüências, . Hellinger disse que foi modificado por este intercambio. Os zulus são muito fechados para as pessoas de fora, sendo muito difícil partilharem o seu conhecimento, suas tradições e sabedorias para algum estrangeiro. Como Hellinger ficou muito tempo trabalhando com eles, com o passar dos anos foi conquistando um lugar, confiança e simpatia dos zulus.

Observou que quando uma pessoa da tribo encontra com outra pessoa ,eles dizem: - eu te vejo. Não é uma saudação automática, não é uma cortesia. É um contato. Eu te vejo. Quando dizem isto,, querem dizer que também vêem os seus antepassados, seus ancestrais e ver a linha da qual ele provem e ver o mundo em que vive, sua conecção com a terra, sua conecção todo o ambiente que lhe provem sustento para sua vida.

Hellinger diz:   -Nós não temos uma alma e sim somos parte de uma alma. Quando ele diz isto , esta falando que somos exatamente uma parte…. Um elemento do sistema, do nosso sistema familiar.

 

 

A QUEM SE DESTINA O TRABALHO DE CONSTELAÇÕES

 

A todas as pessoas que de alguma forma, percebe-se “enroscado”, “emaranhado”, “sem saída” ou muitas vezes repetindo estórias sem a menor idéia de como modificar estes acontecimentos com os recursos que possui …

Todos pertencemos a uma família e o que acontece a um elemento da família pode ser causado por atos de outros, distantes no tempo mas presente na memória (consciente ou inconsciente) de cada um no que chamamos de alma familiar.

A vida que recebemos de nossos pais inclui a herança genética e também a herança de feridas e dores psíquicas, que clamam por atenção e oportunidade de evolução.

Estes eventos podem causar:
• Tragédias que se repetem através das gerações;
• Traumas, perdas e lutos;
• Depressão, pânico, medo da morte;
• Conflitos familiares como: brigas, rompimentos, competições…;
• Doenças físicas e emocionais;
• Dificuldade em ter uma vida próspera.

Este trabalho busca localizar estas alterações da ordem e do equilíbrio e transformá-las.

CONSTELAÇÃO FAMILIAR

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

É uma nova abordagem da Psicologia Sistêmica Fenomenológica, criada e desenvolvida pelo alemão Bert Hellinger. Sistema é um grupo de pessoas ou coisas, que permanecem unidos ou vinculados, em função de um interesse comum ou forças que os permeiam, independente de que tenham consciência ou não.

As Constelações Familiares promove a identificação das Ordens do Amor, pondo em evidência os profundos laços que unem uma pessoa à sua família, inclusive às gerações mais longínquas. Estes laços são de tais maneiros poderosos que, quando membros de uma dada geração deixam situações por resolver, membros das gerações posteriores sentir-se-ão irresistivelmente empurrados para a sua resolução, permanecendo prisioneiros de fatos pelos quais não são minimamente responsáveis. Existe uma transmissão transgeracional dos problemas familiares que cria uma cadeia de destinos trágicos.

No entanto, este amor capaz de criar sofrimento é o mesmo que traz consigo a sabedoria da solução, logo que se torna consciente ao emergir no decurso da configuração de uma Constelação Familiar.

Para maiores informações:

www.gestaltsp.com.br

www.guillermoleone.com.ar

www.institutohellinger.com.br

 

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